Bem-vindos ao meu mundo de Cuidado e Reabilitação
Me chamo Taysa Andrade, sou Terapeuta Ocupacional, e há mais de 10 anos me dedico à reabilitação neurofuncional e ao resgate da autonomia de idosos com demência e lesões cerebrais.
O início da minha história como Terapeuta Ocupacional
Quando cursava o 3º ano do ensino médio, o Colégio Visão, onde estudava, organizou uma visita à Universidade Católica para apresentar opções de cursos e proporcionar uma experiência prática.
Já havia decidido por fisioterapia e estava empolgada, mas ao chegar à universidade, descobri a existência da Terapia Ocupacional, despertando minha curiosidade sobre essa profissão.
Optei por acompanhar a apresentação da Terapia Ocupacional e me impressionei com a abordagem holística, priorizando o desejo do paciente e considerando-o na totalidade, respeitando suas diferentes ocupações.





Realizei o vestibular para Terapia Ocupacional e iniciei a faculdade no segundo semestre de 2008, pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Durante a graduação, atuei em diversas áreas, desde saúde do trabalhador até um Centro de Atenção Psicossocial – CAPS.
Após a formatura, iniciei minha carreira no Hospital Santa Casa, adquirindo experiências valiosas. Posteriormente, fui Terapeuta Ocupacional Hospitalar em Surubim, trabalhando com diferentes casos, e iniciando minha experiência com a reabilitação neurofuncional e resgate da autonomia de idosos com demência e lesões cerebrais.
Em janeiro de 2017, iniciei meus atendimentos domiciliares, realizando cursos na área e desenvolvendo meu protocolo de atendimento.





Minha abordagem como Terapeuta Ocupacional de idosos
Após uma década atendendo os mais diferentes casos e, por consequência, acumulando uma sólida experiência, hoje me sinto segura em dizer que minha abordagem é centrada no paciente. Desenvolvo e aplico as estratégias terapêuticas a partir das demandas de cada paciente e de seus cuidadores, sejam estes familiares ou profissionais.
Isso significa que, levo sempre em consideração o contexto, as habilidades, os interesses e os desafios singulares de cada pessoa sob os meus cuidados. Meu objetivo é trazer autonomia e independência à vida dos meus pacientes, promovendo o sentimento de realização pessoal e a participação ativa em suas atividades cotidianas.





Diante disso, oferecer um acolhimento empático é uma parte indispensável das minhas atividades e, portanto, do processo de reabilitação conduzido por mim. E é por tudo isso que cada paciente precisa ser visto como mais do que um diagnóstico! São mães, pais, filhos, cônjuges, trabalhadores, enfim, são protagonistas de suas próprias histórias.
Nós, profissionais e familiares, devemos enfrentar juntos os desafios do tratamento com determinação e otimismo, buscando sempre melhorar a qualidade de vida do paciente e de quem dele cuida.
Perguntas Frequentes
A Terapia Ocupacional é uma especialidade da área da saúde dedicada à reabilitação de pessoas que, por acidentes ou doenças, perderam de maneira parcial ou completa a autonomia para realizarem funções básicas, como tomar banho, se vestir, assinar o próprio nome ou até mesmo trabalhar.
A Terapia tem foco na saúde mental e em questões emocionais e comportamentais. Já a Terapia Ocupacional trabalha com a reabilitação física e cognitiva por meio de atividades funcionais.
A Terapia Ocupacional é indicada para pessoas que sofreram alguma perda de função por conta de acidentes, doenças ou condições de saúde que limitam sua autonomia para realizar atividades cotidianas.
Cada sessão de Terapia Ocupacional tem duração média de 45 minutos. Esse tempo pode variar conforme avaliação e necessidade de cada paciente.
Nas minhas sessões de terapia ocupacional, realizo uma avaliação, planejamento e execução de atividades personalizadas para cada paciente. O objetivo é recuperar ou compensar funções prejudicadas, aumentando sua independência no dia a dia.
Dependendo da meta traçada, o paciente pode finalizar o atendimento já conseguindo realizar a tarefa praticada, como vestir-se, fazer uma ligação ou amarrar o cabelo. Outras vezes, a sessão é focada no treino de movimentos específicos necessários para futuras habilidades. Por exemplo, antes de usar uma lâmina de barbear, pode ser preciso trabalhar bastante a coordenação motora fina.
O tratamento é sempre adaptado às áreas nas quais se deseja recobrar funcionalidade, autonomia e qualidade de vida.
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